11 de dez de 2014

Uma noite em 67 (para quem não teve aula de História)

Documentário 'Uma noite em 67'

Era 21 de outubro de 1967. No Teatro Paramount, centro de São Paulo, acontecia a final do III Festival de Música Popular Brasileira da TV Record. Diante de uma plateia fervorosa - disposta a aplaudir ou vaiar com igual intensidade -, alguns dos artistas hoje considerados de importância fundamental para a MPB se revezavam no palco para competir entre si. As canções se tornariam emblemáticas, mas até aquele momento permaneciam inéditas. Entre os 12 finalistas, Chico Buarque e o MPB 4 vinham com "Roda Viva"; Caetano Veloso, com "Alegria, Alegria"'; Gilberto Gil e os Mutantes, com "Domingo no Parque"; Edu Lobo, com "Ponteio"; Roberto Carlos, com o samba "Maria, Carnaval e Cinzas"; e Sérgio Ricardo, com "Beto Bom de Bola". A briga tinha tudo para ser boa. E foi. Entrou para a história dos festivais, da música popular e da cultura do País.

"É naquele momento que o Tropicalismo explode, a MPB racha, Caetano e Gil se tornam ídolos instantâneos, e se confrontam as diversas correntes musicais e políticas da época", resume o produtor musical, escritor e compositor Nelson Motta. O Festival de 1967 teve o seu ápice naquela noite. Uma noite que se notabilizou não só pelas revoluções artísticas, mas também por alguns dramas bem peculiares, em um período de grandes tensões e expectativas. Foi naquele dia, por exemplo, que Sérgio Ricardo selou seu destino artístico ao quebrar o violão e atirá-lo à plateia depois de ser duramente vaiado pela canção "Beto Bom de Bola".

O documentário Uma Noite em 67, dirigido por Renato Terra e Ricardo Calil, mostra os elementos que transformaram aquela final de festival no clímax da produção musical dos anos 60 no Brasil. Para tanto, o filme resgata imagens históricas e traz depoimentos inéditos dos principais personagens: Chico, Caetano, Roberto, Gil, Edu e Sérgio Ricardo. Além deles, algumas testemunhas privilegiadas da festa/batalha, como o jornalista Sérgio Cabral (um dos jurados) e o produtor Solano Ribeiro, partilham suas memórias de uma noite inesquecível.






NÃO É NADA DIFÍCIL CONTAR A HISTÓRIA DO BRASIL ATRAVÉS DA NOSSA MÚSICA, SEJA QUAL ÉPOCA FOR...
PARA ÀQUELES QUE QUEREM A DITADURA DE VOLTA, SUGIRO VOLTAREM PARA A SALA DE AULA, APRENDER UM POUCO MAIS DE CIÊNCIAS HUMANAS, DE ARTES, FILOSOFIA, SOCIOLOGIA, HISTÓRIA...
PODEM CONSIDERAR QUE ESSE ERA UM PERÍODO PUERIL, QUE O POVO ERA INGÊNUO...NÃO SEI, QUANDO ESSE FESTIVAL ACONTECEU EU TINHA MESES DE IDADE, E NÃO FAÇO A MÍNIMA IDEIA DE COMO ERA A DITADURA...LEMBRO DO TEMPO DO FIGUEIREDO E OLHE LÁ!
MAS COMO ESTUDANTE E PROFISSIONAL  DE HUMANAS, NUNCA VOU IR ÀS RUAS PEDINDO A VOLTA DA DITADURA.
EU APRENDI MUITO BEM SOBRE HISTÓRIA DO BRASIL.
ALIÁS, TIVE ÓTIMOS PROFESSORES. 
QUE EU RESPEITAVA E COM ELES ABRI MINHA MENTE.
COISA QUE  NINGUÉM MAIS DÁ O DEVIDO VALOR.
COMO ESSE É UM DOCUMENTÁRIO QUE SE ENCONTRA NO YOUTUBE 
EU ACHO QUE NÃO TEM PROBLEMA REPRODUZIR AQUI, POIS PELO QUE ENTENDI DA LICENÇA ELA NÃO LIBERA PARA CÓPIA NEM DISTRIBUIÇÃO.
NÃO É O NOSSO CASO.
ESPERO QUE GOSTEM!
BEIJOS SURTADOS,
REGINA