13 de jan de 2012

Obesidade mental


O TEXTO ABAIXO FOI ESCRITO NA REALIDADE POR UM ECONOMISTA PORTUGUÊS DE NOME JOÃO CESAR DAS NEVES, EM 2004, E PUBLICADO NO DIÁRIO DE NOTÍCIAS DE PORTUGAL (pelo que eu pude entender...); PORQUE O CIDADÃO USOU UM OUTRO NOME, NÃO CONSEGUI DESCOBRIR, MAS O QUE REALMENTE IMPORTA É O TEXTO EM SI, POIS MUDA APENAS O ENDEREÇO, A MERDA CONTINUA A MESMA...
EM TEMPO, PARECE QUE O TAL CAMPO DA ANTROPOLOGIA NUNCA OUVIU FALAR DESSA NOVA FORMA DE CONCEPÇÃO MENTAL! E, AFINAL, QUEM SE IMPORTA?
DE QUALQUER FORMA TUDO O QUE CONSEGUI ENCONTRAR COMO REFERÊNCIA, COM ALGUM CONTEÚDO FIDEDIGNO, FOI EM COMENTÁRIOS FEITOS NESSE LINK:
DE QUEBRA VOU COLOCAR AQUI O QUE ACHEI MAIS INTERESSANTE:
TEM ESSE: "O artigo é de facto do catedrático da Universidade Católica de Lisboa, e foi publicado no Diário de Notícias, em 22.03.2004.
O autor é muito contestado no meio mediático e social, pelo que escreve, e encontrou na efabulação de uma referência fictícia estrangeira, um virtual catedrático americano, uma forma de dar maior credibilidade ao que escreve contra os que o atacam.
Nos meios mais restritos terá revelado os ficcionados autor e trabalho.
O Andrew Oitke terá sido o seu pseudónimo."

MAIS ESSE (HILÁRIO!!!) :
"Penso que se trata do Prof. João César das Neves, Prof Catedrático da U. Católica. De minha inteira responsabilidade vou acrescentar alguns adjectivos/qualificativos, m/responsabilidadae, ok?:
- Branco, com mentalidade católica conservadora, logo imperial-colonial-fascista, racista, fascista, cavaquista, e muitos outos istas/ismos.
Esse mesmo!"


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O prof. Andrew Oitke publicou, em 2001, o seu polémico livro "Mental Obesity",
que revolucionou os campos da educação, jornalismo e relações sociais em geral.
Nessa obra, o catedrático de Antropologia em Harvard introduziu o
conceito em epígrafe para descrever o que considerava o pior problema
da sociedade moderna.
- "Há apenas algumas décadas, a Humanidade tomou consciência dos perigos do excesso de gordura física por uma alimentação desregrada. Está na altura de se notar que os nossos abusos no campo da informação e conhecimento estão a criar problemas tão ou mais sérios que esse".
Segundo o autor, "a nossa sociedade está mais atafulhada de preconceitos que de proteinas, mais intoxicada de lugares-comuns que de hidratos de carbono.
Todos têm opinião sobre tudo, mas não conhecem nada.
Os cozinheiros desta magna "fast food" intelectual são os jornalistas. Os telejornais e telenovelas são os hamburgers do espírito, as revistas e romances são os donuts da imaginação .
O problema central está na família e na escola.
As pessoas viciaram-se em estereótipos, juízos apressados, pensamentos tacanhos, condenações precipitadas.
Qualquer pai responsável sabe que os seus filhos ficarão doentes se comerem apenas doces e chocolate.
Não se entende, então, como é que tantos educadores aceitam que a dieta mental das crianças seja composta por desenhos animados,videojogos e telenovelas.
Com uma "alimentação intelectual" tão carregada de adrenalina,
romance, violência e emoção...é normal que esses jovens nunca consigam depois uma vida saudável e equilibrada".
Um dos capítulos mais polêmicos e contundentes da obra, intitulado "Os Abutres", afirma:
"O jornalista alimenta-se hoje quase exclusivamente de cadáveres de
reputações, de detritos de escândalos, de restos mortais das realizações humanas.
A imprensa deixou há muito de informar, para apenas seduzir, agredir e manipular".
O texto descreve como "os repórteres se desinteressam da realidade
fervilhante, para se centrarem apenas no lado polémico e chocante.
Só a parte morta e apodrecida da realidade é que chega aos jornais.
Outros casos referidos criaram uma celeuma que perdura.
O conhecimento das pessoas aumentou, mas é feito de banalidades.
sabem que Kennedy foi assassinado, mas não sabem quem foi Kennedy.
Todos dizem que a Capela Sistina tem teto, mas ninguém suspeita para que é que ela serve.
Todos acham que Saddam é mau e Mandella é bom, mas nem desconfiam porquê.
Todos conhecem que Pitágoras tem um teorema, mas ignoram o que é um cateto.
As conclusões do tratado, já clássico, são arrasadoras.
Não admira que, no meio da prosperidade e abundância, as grandes
realizações do espírito humano estejam em decadência.
A família é contestada, a tradição esquecida, a religião abandonada, a cultura banalizou-se, o folclore entrou em queda, a arte é fútil...paradoxal ou doentia.
Floresce a pornografia, o cabotinismo, a imitação, a sensaboria, o egoísmo.
Não se trata de uma decadência, uma "idade das trevas" ou o fim da civilização, como tantos apregoam.
É só uma questão de obesidade. O homem moderno está adiposo no raciocínio, gostos e sentimentos.
O mundo não precisa de reformas, desenvolvimento, progressos.
Precisa sobretudo de
Dieta Mental"

SE EU CONCORDO COM O TEXTO OU NÃO?
VAI SABER...
TUDO QUE É BEM ESCRITO ME AGRADA...
BEIJOKAS SURTADAS GENTE!