3 de jan de 2012

TÔ INDO JÁ !!!

Todo Mundo Quer Ser Professor...Na Finlândia

Reconhecida mundialmente pelo seu ensino de qualidade, a Finlândia conquistou a maior pontuação no Programa Internacional de Avaliação de Alunos de 2006 – ou Programme for International Student Assessment (Pisa) – que avalia o desempenho dos sistemas educacionais de 66 países. Mas, qual o segredo do sucesso do ensino finlandês? Por que sua taxa de repetição de ano é de apenas 2% dos estudantes? Investir nos alunos mais fracos e na excelência dos professores são algumas das respostas.

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A partir das mudanças implantadas há 30 anos, os finlandeses passaram a incentivar e a cobrar uma educação de qualidade. Objetivo perseguido até hoje, mesmo tendo o país alcançado os melhores resultados do Pisa, que avalia os conhecimentos dos estudantes nas áreas de leitura, matemática e ciências.O resultado é que praticamente não existem mais escolas particulares no país, graças à qualidade do ensino público ofertado.

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Além da autonomia das escolas, a qualificação dos professores chama a atenção. Para entrar em sala, os docentes precisam estudar cinco anos na universidade, além de fazer especialização na respectiva área de ensino. No Brasil, muitos professores atuam no educação infantil apenas com o magistério (nível médio). O professor goza de grande prestígio dentro da sociedade finlandesa. Muitos jovens querem seguir a docência e os pais têm confiança neste profissional. Lá também não se realizam testes de avaliação, porque sabem que todos os docentes são capacitados.
O professor da Finlândia recebe um salário médio de 2,4 mil euros (em torno de R$ 5 mil) por mês. A remuneração é superior à média salarial do país, de 2,2 mil euros, e ilustra o quanto o trabalhado em educação é valorizado por lá. Apesar de pagar valores consideráveis a seus profissionais, a Finlândia não é o país onde se paga o maior salário do mundo ao professor. Este posto é alcançado pela Austrália, onde o professor do ensino primário chega a ganhar U$ 46 mil (R$ 78,2 mil) por ano. A constatação prova que a qualidade da educação não passa, diretamente, pelo pagamento dos mais altos salários aos professores. A Finlândia é um exemplo disso.

Segundo o professor Reijo Laukkanen, professor da Universidade de Tempere, o ensino de ponta é conquistado porque os docentes do seu país têm compromisso com a aprendizagem. "Quando eles percebem que existem alunos com problemas para acompanhar os assuntos, fazem reuniões com os pais e recomendam aulas de reforço. Essas aulas são pagas pela sociedade, que entende que a educação é um prioridade máxima".
(fontes http://www.pisa.oecd.org/pages/0,2987,en_32252351_32235731_1_1_1_1_1,00.html
http://www.inep.gov.br/internacional/pisa/)


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A MATÉRIA É RECENTE, ESSE PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE ALUNOS É QUASE COMO UM CENSO EDUCACIONAL INTERNACIONAL E OCORRE A CADA 3 ANOS....
É POSSÍVEL MUDAR UM PAÍS ATRAVÉS DA EDUCAÇÃO! O QUE NÃO SE PODE MAIS É ACHAR QUE OS PROFESSORES QUE SAEM HOJE DAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS, TEM AS MÍNIMAS CONDIÇÕES DE ENSINAR... INFELIZMENTE, ISSO NÃO OCORRE DEVIDO AO SUCATEAMENTO DO NOSSO SISTEMA DE ENSINO.
SE PERGUNTAREM POR MIM, JÁ SABEM:
FUI PARA FINLÂNDIA!!!

BEIJOS SURTADOS,